Publicado por: mateusfa | 24 junho, 2008

Reportagem: Trânsito de Porto Alegre

Confira aqui a reportagem “Trânsito de Porto Alegre Caminha rumo ao Caos”

Reportagem sobre o trânsito da capital

Na quinta-feira, 5 de junho, apresetou-se para palestra no auditório central da Unisinos o editor-chefe do jornal Diário Gaúcho. Alexandre Bach chegou depois de mais de 20 minutos de atraso, creditados por ele ao trânsito na rodovia BR-116.

Alexandre BachBach começou a palestra “Jornalismo Popular” mostrando aos presentes o perfil dos leitores do jornal. Segundo ele, o leitor do Diário Gaúcho trabalha, tem pouca renda, se interessa por esportes e fofocas. Logo depois deu um breve histórico dos jornais populares de circulação nacional. Segundo ele, o jornal Extra, do Rio de Janeiro, foi o pioneiro nesse estilo de publicação. E é também o Extra, conforme números apresentados pelo palestrantes, o jornal de maior circulação no país. O Diário Gaúcho tem quantidade de circulação superior à da Zero Hora. Com estes argumentos, Bach comprovou o crescente interesse por jornais populares.

A Palestra seguiu em tom irreverente. Bach mostrou no telão a capa de um jornal antigo que seria uma idéia de um popular. O que acabou por arrancar gargalhadas dos espectadores. Os títulos contidos na capa do jornal chamavam a atenção pela informalidade em que eram publicados, utilizando gírias e palavras como “corno”, “fuc-fuc”, “negão”.

Dando seqüência à palestra, Bach falou sobre a dificuldade que os profissionais da área do jornalismo encontram no início da profissão. Disse que o profissional de redação tem sempre que começar cobrindo conteúdo policial, pois, em sua opinião, é onde mais se aprende os macetes da profissão. E ressaltou que o repórter não pode ser confundido com a Defesa Civil quando, dentro de vilas e favelas, é quetionado sobre problemas sociais existentes na área. “O profissional deve sempre utilizar a ética, mas não pode confundir seu papel e sua missão”, diz ele.

Aberto o espaço à série de preguntas dos estudantes, o ponto baixo da palestra ficou por conta da irritação do palestrante quando foi questionado sobre a publicação de “palavras de baixo calão” no Diário Gaúcho, o que ele descordou prontamente. O aluno citou a frase “essa mata o véio”, que estaria presente como título em uma das edições do jornal. “Essa espressão é utilizada a muito tempo. Mas se você acha que é de baixo calão ou não, isso teremos que discutir depois”.

A deixa para o final da palestra foi feita por outra pergunta sem cunho didático à profissionais do jornalismo. O estudante retornou ao ponto onde Bach alertou sobre a confusão entre jornal e defesa civil e não exitou em fazer a seguinte pergunta: “O que devemos fazer para ajudar as crianças de rua?”

Saiba mais aqui sobre o perfil de Alexandre Bach

Publicado por: mateusfa | 20 maio, 2008

Passeio Virtual

Á pedido (ou à mando) do professor da disciplina de Jornalismo On-Line, tive que contar uma história utilizando o mapa do Google Earth / Google Maps. Achei muito interessante as ferramentas que encontrei no programa, e a forma de publicação. Então, aí vai meu trabalho: Clique com o botão direito do mouse e escolha a opção “Salvar Link Como” ou “Salvar Destino Como”, depois abra o arquivo utilizando o Google Earth -> Resgate em Maquiné

Trabalho no Google Earth

Publicado por: mateusfa | 8 abril, 2008

À web o que é da web

É comum vermos, nos tempos atuais, websites de jornais e revistas utilizando o recurso de Flip. É algo bem interessante de se analisar. A tentativa de se passar um jornal impresso para a tela do computador é válida. Porém, pode ser utilizada de maneira incorreta, gerando grande perda de informações por parte do usuário.

Algumas vezes parece que o extremo conservadorismo de veículos de comunicação não deixa que se quebre a imagem original de um jornal ou revista. Eles querem que você veja o jornal como ele é, não podendo destoar da forma como é vendido nas bancas.

Marshall McLuhan é precursor da teoria que explica que o meio faz a mensagem. Dizia ele que a televisão passa a mensagem da televisão, o jornal passa a do jornal e, utilizando o Flip, a web passa a mensagem do jornal. É como se fosse um desvio de funções, uma regressão.

A WEB evolui em passos largos, deixando o conservadorismo para trás. As possibilidades de interação do usuário se multiplicam a cada segundo que passa. E essa é a falha do Flip. Não há boa interação. Não há links, nem áudio e nem vídeo. É estático. Passa longe dos recursos proporcionados pela rede. Alguns dos websites em que encontramos o Flip, o utilizam como a única forma de navegação. O que acaba por constituir um site inteiramente feito de imagens, onde não se pode sequer copiar uma passagem do texto.

Por outro lado, alguns o utilizam de forma correta, disponibilizando-o como opção para que o usuário possa visualizar o jornal ou revista como realmente está nas ruas. É a proposta da internet, disponibilizar variadas opções para a recepção de informação.

Utilizando o formato html, padrão de web, o jornal pode remeter o leitor a maiores informações e interação com o texto, pode fazer uma busca ou mesmo ver mais fotos e até vídeos que ilustrem o assunto requerido. Deixemos então o jornal impresso para o papel e a interação para a web.

Publicado por: mateusfa | 13 março, 2008

Equívoco

Preciso dizer que, após nova votória do Juventudo sobre o Internacional, nenhum torcedor colorado entrou no msn com mensagens pessoais mostrando-se triste com a derrota, ao contrário do que eu havia descrito no meu post anterior. Simplesmente, os colorados não apareceram. Se ocultam para não ouvir gozações antes previstas. O mais estranho é que mesmo sendo tudo isso já previsto, continuam sendo colorados. Vai entender…

Publicado por: mateusfa | 11 março, 2008

Mensagens Pessoais

O software de mensagens on-line MSN é uma inovação na comunicação direta entre duas ou mais pessoas. Pude reparar isto hoje, quando percebi que não é preciso o ato de se contatar com algumas pessoas para saber de informações sobre estado de humor, sentido da vida, temperatura, futebol, localização e muitas outras coisas.

O campo de “mengasem pessoal”, aquela que fica aparecendo ao lado do apelido, muitas vezes responde a qualquer pergunta.
É uma inovação, sim! Alguém já viu telefone convencional ou celular avisar onde a pessoa está, antes de ligar?

É também mais uma dúvida sobre até onde vai a nossa privacidade (ou a necessidade dela), com tantos computadores, cameras, celulares e convidativos programas de computador para bate-papo. Mas deixamos a polêmica para outra hora.

Vou falar mesmo é sobre essas mensagens pessoais. Algumas são tristes, outras alegres, dormindo ou tomando banho, informando localização e número de contato, e muitas são até mesmo comerciais.
- Vendo computador – dizia uma, enquanto outros três ou quatro estavam negociando viagens de turismo. Outro estava vendendo ingresso para uma festa RAVE. De qualquer forma é uma evolução também no mercado da propaganda.

Os apaixonados deixam recados a seus pares, enquanto os irritados com a vida reclamam de alguma coisa ou simplesmente querem que todo o mundo se exploda. Há sempre os moralistas com seus recados sobre como deve ser a vida. Os humoristas colocam piadas e os preguiçosos estão sempre “zzzzzz”.

Agora a pergunta que ainda não foi feita: Precisa tudo isso?
Particularmente penso que não, mas acho interessante. São adereços desenvolvidos que por vezes facilitam nossa comunicação. Se uma pessoa não está de bom humor, não falo com ela. Se fulano é colorado e está triste pela derrota para o juventude, não preciso chatear ele (ou preciso). E se realmente eu quiser comprar um computador, ou estiver pensando em fazer turismo? Nada melhor que amigos que tenham o que procuramos. É ou não é uma inovação?

Publicado por: mateusfa | 26 fevereiro, 2008

Nunca é tarde

Mesmo trabalhando há alguns anos em meio à websites e comunicação, nunca havia produzido um blog para minha própria utilização. Sempre tem uma primeira vez.

Criei o blog por conta da aula de Jornalismo On-Line, na universidade. Porém, já que aqui estamos, pretendo mantê-lo atualizado sempre que surgir algo que valha a pena ser publicado. É muito comum a publicação de pensamentos e divagações filosóficas neste tipo de mídia. Mas como pensamento é algo que todo mundo tem (e publica), quero escrever sobre fatos e notícias que sejam relevantes, não deixando, é claro, de dar minha humilde (e nem por isso desinteressante) opinião.

A todos os poucos navegantes que inicialmente me prestigiam com suas visitas: Sejam muito bem vindos!

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